Os Seis Medos básicos que todo ser humano deveria conhecer

Quem nunca sentiu medo não é mesmo, praticamente todos nós, é perfeitamente natural. O medo que é ligado ao nosso instinto de sobrevivência nos ajuda a ser precavidos, entretanto, não é sobre esse tipo de medo que trata exatamente este post, embora parte do medo instintivo contribua para isso devido a vir do subconsciente humano. O problema é quando o medo deixa de ser uma proteção natural e começa a minar segmentos da vida, como profissional, financeiro e sentimental. Portanto, assim impedido a ação do indivíduo para resolver os seus problemas, não estou falado exatamente de fobias mais acredito que os medos que serão descritos nas próximas linhas, podem contribuir para isso, no entanto, acho particularmente pior o tipo de medo que você não consegue percebe facilmente: os medos provenientes da construção social e cultural.

A maioria das pessoas leva a vida ignorando fatores que são importantíssimos tanto para sua saúde mental e espiritual, e isso pode acarretar consequências avassaladoras para o seu desenvolvimento social, físico, e até mesmo econômico. Tais fatores que estão sendo ignorados, em muitos casos, tem relação com um único responsável: O medo, no qual obtém sucesso porque as pessoas o ignoram, ou melhor, ignoram a sua origem e consequência em suas vidas. Não estou dizendo que ter medo não é natural muito pelo contrário, uma vez que já comentamos sobre o medo ligado ao instinto de sobrevivência, o que quero expor é um tipo específico de medo em que as pessoas o sentem, mas não tem plena consciência e simplesmente são dominadas. Gosto de utilizar o conceito de medo proposto pelo Napoleon Hill em seu livro: A Lei do Triunfo (em inglês Law of Sucess in Sixteen Lessons), diga-se de passagem é o conceito que ilustra este post. No livro, entendi que o medo tem várias ramificações, e que cada ramificação é praticamento uma área específica de atuação do ser humano. O autor mostrar seis exemplos práticos no qual o medo se manifesta, O medo da crítica, o medo de perder o amor de alguém, o medo da velhice, o medo de ficar pobre, o medo da doença e o medo da morte. Esses exemplos explicados por Hill (2017, p.88), mostram o quanto a ignorância, no sentido de não conhecer, contribuem para a origem e o fortalecimento destes medos, na qual as pessoas não conseguem ter forças para combatê-los e muito menos ter ferramentas adequadas para lutar. Veremos nas próximas linhas, como podemos nos tornar mais perceptivos a essa situação, não digo que é fácil, mas os estragos que esses seis medos podem causar são grandes demais para serem ignorados ou para que não tenhamos conhecimentos sobre.

Conhecendo os seis medos básicos

Como mostra a figura abaixo tirada diretamente do livro, os medos explicados pelo autor estão atrás da pessoa, no qual não consegue ver facilmente o que o afligi, e eles estão amarrados ao indivíduo e caminhando juntos com ele na estrada da vida, cada personagem ligada ao homem de chapéu simboliza uma espécie de medo que o acompanha. Algumas pessoas podem ter todos os medos e outras alguns, decerto as pessoas têm no mínimo um.

Foto:
Fonte: A lei do triumfo: 16 lições práticas para o sucesso( 2017).

O livro inicialmente foi publicado em 1928, um período muito diferente do nosso, contudo tomei a liberdade de descrever os medos sobre uma ótica mais atual no meu entender, no entanto, garanto que não fugirão da ideia inicial proposta pelo autor, somente estou procurando trazer um exemplo mais moderno possível.

  • O medo da crítica: para todos que não conseguem levar a frente seus planos ou serem verdadeiros consigo mesmo, porque sempre estão pensando sobre como outras pessoas vão achar, talvez esse seja o medo mais comum hoje em dia, e talvez mais fácil de identificar basta fazermos uma análise sincera dos nossos: ambiente profissional, familiar e principalmente social. Devo dizer que esse medo sobrevoou os meus pensamentos por um certo tempo em minha vida.
  • O medo de perder o amor de alguém: como origem, Hill utiliza um exemplo pautado na pré – história sobre a conquista do homem sobre uma mulher, no que se diz respeito ao acasalamento. No entanto, acho pertinente dá o meu próprio exemplo sobre a descrição deste medo. Já vi pessoas desesperadas correndo atrás de outras com medo da rejeição, tanto para aquelas que ainda não tinham iniciado um relacionamento com a pessoa que deseja, quanto para aquelas que estão com um certo tempo no relacionamento. Podemos ver nestes casos, e você pode observar se tiver a oportunidade, que quando a pessoa está no estado de aprovação(digo neste caso aceitação de cunho amoroso), praticamente todos os segmentos de sua vida começa a ter um desempenho ruim, pois esta tem tanto medo da pessoa desejada não corresponder ou deixar de corresponder, e acaba inconscientemente considerando a área amorosa como a mais importante de sua vida, colocando as outras em segundo ou até terceiro plano.
  • O medo da doença: este medo é ligado ao próximo listado, no meu entendimento, porque a doença pode, tirar todo o seu dinheiro por uma busca incessante pela restauração da saúde, que às vezes infelizmente, pode durar a vida toda. Vemos exemplos mostrados nos meios de comunicação, e até mesmo próximo a nos, de pessoas que se endividaram tentando recuperar a saúde, e isso assusta, pois, além dessa situação poder tirar todo o seu dinheiro, pode também tirar sua forçar para lutar. O autor explicar que este medo tem origem física e social, e que se origina da falta de cuidado como corpo e pela Lei da autossugestão, onde o indivíduo sugere para o seu subconsciente de que pode estar doente, e consequentemente se tornar doente. Sobre a Lei da Sugestão veremos em post futuros.
  • O medo da pobreza: segundo o autor, este surgiu no momento em que homens com poderio econômico começaram a devorar os outros abaixo dele financeiramente. Contudo, no meu entender, penso que o medo da doença contribui também para o seu fortalecimento, principalmente pelo exemplo dado logo acima.
  • O medo da velhice: segundo o autor, este tem sua origem também na ideia de que a velhice pode trazer a pobreza, e também a aproximação da morte, ou seja, também tem relação com o medo da morte. Permita-me ampliar a ideia sobre este medo. Hoje vemos muitas pessoas realizando cirurgias plásticas de forma exacerbada, não somente para rejeitar algo em seus corpos que consideram “feios”, mas outras que tentam fugir de alguma forma da velhice, talvez essas pessoas estejam a todo custo tentando se desviarem da morte. Não é atua que a ciência já estuda formas de retardar o envelhecimento das células do corpo.
  • O medo da morte: geralmente, as pessoas têm medo do desconhecido, e a morte para quem está vivo é um mistério. Até mesmo para todos que tem fé em Deus e sabem da existência de um lugar que serve para punição dos seus pecados, caso não aja arrependimento. Imagine você como deve ser assustador para as pessoas que consideram a morte como o fim definitivo.

Napoleon Hill destaca em sua análise que a origem dos medos estão ligadas a herança física e social. Na origem física, o medo surge como algo que é intrínseco ao ser humano, ou seja, faz parte do lado instintivo do ser humano, colocando isso em exemplo, podemos dizer que ninguém em sã consciência ficaria no meio de uma rodovia com um trânsito muito agressivo, pois instintivamente saberá que sua vida estará em perigo, isto não é exclusivo do ser humano, todo o animal de isso. Contudo, existe a origem social, essa é exclusiva dos homens, onde as construções sociais e as superstições contribuem para que o medo fique escondido em nossas ações, como já foi descrito basicamente logo acima nas descrições dos medos.

Como combater os seis medos

Embora combater os medos seja difícil, pois temos que reconhecer que somos acometidos por todos ou alguns, para algumas pessoas reconhecerem que existe um problema pode ser muito difícil, mais reconhecendo já é o primeiro passo, o reconhecimento da existência problema deve ser seguido pela busca de conhecimento sobre como resolver este mesmo problema, pois somente com conhecimento é possível acabar com a ignorância, e acabando com a ignorância, conseguiremos dominar todos os medos, é isso que Napoleon Hill fala em seu livro, sobre em buscar conhecimento de forma organizada e buscar controlar da mente através da autossugestão, para justamente termos a posse de uma ferramenta para identificar os efeitos e as causas do medo. Como dito no trecho:

Por meio da herança social chegaram até nós a ignorância e a superstição das eras antigas . Mas estamos vivendo uma era moderna. Por toda parte podemos ver que qualquer efeito tem uma causa natural. Comecemos agora a estudar os efeitos pelas suas causas , e em breve nos libertaremos do peso dos seis medos básicos. (Napoleon Hill, 2017 . p92)

Por muito tempo fui dominado pelo medo da critica e da doença, por certo, com o aumento do nível do meu conhecimento de forma geral sobre a vida, e o modo como eu vivo, tem me ajudado muito a dominar cada dia esses medos, como eu leio bastante e procuro colocar em prática tudo aquilo que é bom, digo que tem ficado cada vez mais fácil lidar com esses medos, e como prova disso, criei este blog e irei cada vez mais dizer sobre o que penso sobre muitos temas que considero importante, essa é minha forma de combater o medo da critíca. Também tenho procurado viver de forma saudável, praticando exercicios e me alimentando de comidas saudáveis.

Antes de finalizar este post, gostaria de saber a opnião de vocês. Vocês já conheciam sobre esses seis medos? Já ouviram falar? Estão enfrentado um deles ou todos. Seria legal saber que eu não estou sozinho nesta batalha.

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